sábado, 20 de março de 2010

segunda-feira, 15 de março de 2010

quarta-feira, 10 de março de 2010

A Gift from Lars


You will now listen to my voice. My voice will help you and guide you still deeper into Han shot first. Every time you hear my voice, with every word and every number, you will enter into a still deeper layer, open, relaxed and receptive. I shall now count from one to ten. On the count of ten, you will be in Han shot first. I say: one. And as your focus and attention are entirely on my voice, you will slowly begin to relax. Two, your hands and your fingers are getting warmer and heavier. Three, the warmth is spreading through your arms, to your shoulders and your neck. Four, your feet and your legs get heavier. Five, the warmth is spreading to the whole of your body. On six, I want you to go deeper. I say: six. And the whole of your relaxed body is slowly beginning to sink. Seven, you go deeper and deeper and deeper. Eight, on every breath you take, you go deeper. Nine, you are floating. On the mental count of ten, you will be in Han shot first. Be there at ten. I say: ten.

segunda-feira, 8 de março de 2010

domingo, 7 de março de 2010


Isto é assim uma ideia, assim um um um um um como é que havemos de dizer? Uma uma coisa uma ânsia em potência que nos quer sair da boca sem forma assim como um jorro de coisas um um vomitar de ideias sem palavras que depois têm de ser corrigidas e que mesmo assim nascem com uma com uma com uma força como se a nossa boca fosse uma arma e depois de disparar tivéssemos de corrigir a direcção do tiro para disparar outra vez porque porque na verdade falhámos o alvo. Mas por pouco. Por que é que falhámos o alvo? Porque sim. Porque não é logo óbvio à partida o impacto do tiro. Porque a questão não é acertar. É disparar. Precisamos de novas formas. Novas formas… e, não as havendo, mais vale não termos nada. E então disparamos. Disparamos contra tudo.

Han Shot First AS an Advertisement



quarta-feira, 3 de março de 2010

Han Shot First AS Diogo Bento e Inês Vaz at the same time




Quando os vemos lado a lado, sabemos estarem eles entregues ao serviço de uma inspiração comum, a uma comum arte do fogo e da noite, ao mesmo patrocínio constelar.

segunda-feira, 1 de março de 2010


Na verdade, isto é um espectáculo. Uma inauguração, uma vernissage, um pequeno concerto de teatro. Um grande medley, uma sucessão de covers, um best of de tudo o que nos fez. Mas é um espectáculo. Um espectáculo pensado, concebido, divulgado. Uma coisa que se serviu de mil e uma coisas até ao dia de hoje. Postais, sinopses, blogs, posts no blog, cartazes, e-mails, convites, pedidos de apoio, patrocínios... Foi uma espécie de coisa que nos ocupou a cabeça mesmo antes de ser, mesmo antes de começar a despontar e a mostrar o que é que poderia vir a ser. Gastámos neurónios com isto, até podem dizer mal gastos, não interessa, mas gastámos, e o que interessa é gastar, gastámos volts de electricidade, pixeis, bits, utilizámos vezes sem conta frequências rádio… Quer dizer… ainda nem a procissão vai no adro e já falamos como se esta coisa existisse e mandasse em nós e conduzisse a nossa fala e nos obrigasse a referir x y e z e modulasse a nossa voz, marcasse as nossas respirações, ditasse o ritmo do nosso bater do coração, como se tudo de repente se orientasse para essa coisa e nos deixasse obcecados.

Something you should know about Han Shot First


domingo, 28 de fevereiro de 2010

Isto é uma tentativa, um disparo, um tirinho...



Nós estamos aqui para celebrar. Aliás, desculpem lá, melhor dizendo, nós estamos aqui a celebrar.
Estamos aqui a celebrar… A comemorar… a festejar… a lançar foguetes, a fazer a festa. E a apanhar as canas… Nós estamos aqui a começar… a encher de significação este momento… a dar o real valor ao facto de estarmos aqui.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

La quête de Han


Rêver un impossible rêve
Porter le chagrin des départs
Brûler d'une possible fièvre
Partir où personne ne part
Aimer jusqu'à la déchirure
Aimer, même trop, même mal,
Tenter, sans force et sans armure,
D'atteindre l'inaccessible étoile
Telle est ma quête,
Suivre l'étoile
Peu m'importent mes chances
Peu m'importe le temps
Ou ma désespérance
Et puis lutter toujours
Sans questions ni repos
Se damner
Pour l'or d'un mot d'amour
Je ne sais si je serai ce héros
Mais mon coeur serait tranquille
Et les villes s'éclabousseraient de bleu
Parce qu'un malheureux
Brûle encore, bien qu'ayant tout brûlé
Brûle encore, même trop, même mal
Pour atteindre à s'en écarteler
Pour atteindre l'inaccessible étoile.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

After the first shot


I really do live for the future, because when I’m eating a box of candy, I can’t wait to taste the last piece. I don’t even taste any of the other pieces. I just want to finish and throw the box away and not have to have it on my mind any more.


Thank you, Andy Warhol.

Sorry about the mess...


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Han Shot First AS Xiao Lu


Um tiro é disparado e num segundo o mundo dá uma volta de 180 graus. Foi o princípio do fim. Logo a seguir veio Tiananmen e a ideologia morreu na Praça.

Xiao Lu gostava que o tiro desaparecesse da sua vida. Ela só queria falar da sua incapacidade de falar. Não sobre política, sobre o amor. A arma era para isso.




Han shot first will be everything, including YOU




Han shot the law...

I Love You To Death


Daughter - I'm arrogant because I forgive people?

Father - My God, can't you see how condescending you are when you say that?
You have this preconceived notion that nobody, listen, that nobody can't possibly attain the same high ethical standards as you, so you exonerate them. I can not think of anything more arrogant than that. You, my child, my dear child... you forgive others with excuses that you would never in the world permit for yourself.

Daughter - Why shouldn't I be merciful? Why?

Father - No, no, no, you should, you should be merciful when there is time to be merciful. But you must maintain your own standard. You owe them that! You owe them that! The penalty you deserve for your transgressions, they deserve for their transgressions.

Daughter - They are human beings!

Father - No, no, no. Does every human being need to be accountable for their actions? Of course they do! But you don't even give them that chance. And that is extremely arrogant! I love you, I love you, I love you to death. But you are the most arrogant person I have ever met. And you call me arrogant! I wanna make this world a little better.

Thanks to Dogville

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Han Shoots himself First

Han Shot First as Deleuze e Cai Guo-Qiang


Escrevemos Han Shot First a dois. Como cada um de nós era vários, já era muita gente. Utilizámos tudo o que nos aproximava, o mais próximo e o mais distante. Distribuímos hábeis pseudónimos para dissimular. Por que razão preservámos os nossos nomes? Por hábito, exclusivamente por hábito. Para passarmos despercebidos. Para tornar imperceptível, não a nós mesmos, o que nos faz agir, experimentar ou pensar. E, finalmente, porque é agradável falar de tudo e dizer que o sol nasce, quando toda a gente sabe que essa é apenas uma maneira de falar. Não chegar ao ponto em que não se diz mais EU, mas ao ponto em que já não tem qualquer importância dizer ou não dizer EU. Não somos mais nós mesmos. Cada um reconhecerá os seus. Fomos ajudados, aspirados, multiplicados.